terça-feira, 20 de julho de 2010

Aos meus poucos e necessários amigos


“Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila.
Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.
(...) Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo.
Deles não quero resposta, quero o meu avesso.
(...) Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta.
(...) Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem,mas lutam para que a fantasia não desapareça.
Não quero amigos adultos nem chatos.
Quero-os metade infância e outra metade velhice.
Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto: e velhos, para que nunca tenham pressa.
Tenho amigos para saber quem eu sou.
Pois os vendo, loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que “normalidade" é uma ilusão imbecil e estéril."


Oscar Wilde

Não cabe em palavras o significado de um amigo.
Apenas peço à Deus que os abençõe sempre, para que eu possa desfrutar da graça de tê-los comigo, enquanto houver vida.

Obrigada por serem vocês, meus amigos.

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